Filhos, por que tê-los?

Publicado por Eduardo Kormives em maio 10, 2015 Blog | Pastorais | Tags:, , , , | Sem comentários

girafa

Sara Kormives
pastora-fundadora do MC2

Desde que a presença feminina tornou-se efetiva no mercado de trabalho e em outras instâncias políticas e sociais, a mulher se vê no dilema de estar cada vez mais longe de casa e do convívio familiar.

No dia a dia, isso significa terceirizar algumas atividades ou, na maioria das vezes, lidar com uma jornada dupla de afazeres, seja pela carga horária da sua atividade, seja pela necessidade urgente de ter uma formação adequada para desempenhar funções que até então eram prerrogativas masculinas.

Neste novo formato de sociedade, há que se pensar muitas vezes: “Filhos, para que tê-los?”, até porque nunca se pode afirmar o resultado final desta opção. Alguma criança pode nascer com problemas físicos, outras ainda podem tomar rumos muito distantes do que os pais gostariam.

Tudo isso tem postergado esse momento para muitas possíveis mães. Em outras situações, recorre-se a “produções independentes”, porque excluir o homem do processo minimiza os trabalhos que a tarefa requer.

Mas, no projeto de Deus que, aliás, foi o criador tanto do homem quanto da mulher, o objetivo era muito claro e muito perspicaz. No primeiro livro da Bíblia (Gênesis), lemos que esse Criador fez homem e mulher ‒ macho e fêmea ‒ à sua imagem e semelhança.

Os dois foram criados com características particulares, inerentes a cada gênero, que, reunidas, representam um salto na potencialidade humana, porque se completam e expressam a imagem mais adequada deste Deus, que contém em si as dimensões do homem e da mulher.

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Deus não pensou só na concepção quando nos deu o poder de gerarmos filhos. Ele pensou numa família

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Dito de outra maneira: homem e mulher estão ligados ao outro e são muito melhores juntos. Por isso, o homem, muitas vezes relegado a um segundo plano, deve ser restaurado na sua função dada por Deus. Não para ser um substituto de mãe, mas para exercer a paternidade com as suas características masculinas.

Junto com o tão esperado filho vêm muitos e grandes desafios. Num mundo tão conectado e tão globalizado, o volume de informações é imenso. Como saber o que realmente é adequado, ou mesmo se é o mais correto na criação dos filhos? A confusão em muitos momentos parece se estabelecer.

A proposta de Deus nunca foi criar nenhum tipo de confusão. Muito pelo contrário. Ele sempre esteve e está disposto a nos orientar para cumprir tamanha missão. Para tanto, precisamos nos voltar para Ele e buscar nEle a sabedoria tão necessária. Deus dispõe de toda a informação, atualizada, de como fazer, agir e tudo mais.

Então por que precisa ser homem e mulher? Porque Deus não pensou só na concepção quando nos deu o poder de gerarmos filhos. Ele pensou numa família: pessoas que ensinam pessoas a ser e a viver. Que você faça parte deste projeto divino na sua total dimensão.

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